Sobre nós
chão
substantivo: superfície pela qual se caminha
adjetivo: sem relevos, aplanado, liso; simples, sem ornamentação
ESTÚDIO CHÃO é um ateliê de projetos de arquitetura e cenografia sediado no Rio de Janeiro, fundado em 2015 pelos arquitetos Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho, Doca. Com experiência, além de criação e colaboração em projetos artísticos, arquitetura de interiores, residências, museus, bibliotecas e centros culturais, instalações de cenários para dança e teatro. Seus projetos buscam a ação e o pensamento da arquitetura no encontro com as artes visuais e cênicas, ampliando sua interlocução no campo da cultura. Nos últimos anos, pretendemos aproveitar a série de projetos para o espaço público por anos, o empreendimento da Transmissão Ocupação, com destaque para a série de projetos de provocação, e para o espaço público ocupado por obra na Transmissão Ocupação.
Arquitetura na arquitetura como uma chave poderosa de experimentação e construção de redes e relações para aproximar pessoas e meios de trabalho comuns. A colaboração é a essência do estúdio, que nasce com o propósito de expandir o campo de ação e pensamento sobre o espaço e a construção ao encontro das artes visuais e cênicas, e de ampliar seus espaços de interlocução.
O Estúdio Chão está aberto a colaborações que busquem pautas convergentes com seus interesses de pesquisa e atuação.
Antonio Pedro – o Doca – se formou em 2008, com o projeto final de oferta “Ensaio: uma quadra no Centro do Rio”, ganhador do 1o. Prêmio no XXI Ópera Prima em 2009.
Colaborou em diversos escritórios de arquitetura, tendo sido especialmente para sua formação o trabalho realizado com a arquiteta Bel Lobo, com quem manteve uma parceria para especiais, incluindo pavilhões efêmeros, escritórios, estandes em eventos de arte, e os interiores da Biblioteca- Parque do RJ. Desenvolveu projetos para vários concursos em parceria com outros arquitetos, incluindo o Museu do Meio Ambiente no Rio de Janeiro e o 2010 Homeless World Cup Legacy Center, que recebeu menção honrosa.
Desde 2012 são mais conhecidos de projetos de cenografia com Bia Lessa, dentre os quais se destacam o museográfico para o novo projeto Oi Futuro de Belo Horizonte, o cenário para o espetáculo Carta de Amor de Maria Bethânia e o Pavilhão Humanidade Rio+20, uma estrutura efêmera de escala monumental construída no Forte de Copacabana, projeto de Bia Lessa com a arquiteta Carla Juaçaba. Cria e desenvolve projetos de cenografia para o teatro. Atualmente é professor no IED-Rio (Instituto Europeu de Design) no curso de Arquitetura de Interiores onde é responsável pela matéria Arquitetura Efêmera/Cênica.
Adrianose formado em 2007, mesmo ano em que foi convidado a ser professor da mesma instituição, tornando-se o primeiro professor e ex-aluno da escola. Atualmente é mestrando do Programa de Pós-graduação da PUC-Rio, na linha de pesquisa de Teoria e da Arquitetura .
Estagiou em diversos escritórios de arquitetura, ser contratado em 2008 pela Indio da Costa AUDT, tradicional escritório de arquitetura, urbanismo e design do Rio de Janeiro, do qual se tornou arquiteto associado em 2014. Atuou ativamente no projeto do novo Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, sediado na praia de Copacabana, uma obra singular no cenário da arquitetura contemporânea carioca, desde sua primeira etapa, a partir de 2010, até 2015. Foi arquiteto responsável pelas interlocuções com os autores do projeto – Diller Scofidio + Renfro, de NY – e pela coordenação técnica e interação dos projetos de arquitetura, museografia e complementares.
Na IC, sob a liderança do arquiteto Luiz Eduardo Indio da Costa, também participa de diversos projetos de residências, edifícios e concursos, dentre os quais o projeto para a Estação Brasil Antártica, do qual foi co-autor e coordenador. Já como titular do Museu, no concurso internacional para cenografia, e ingressou no campo da cenografia.